Antes de tudo, somos pessoas com ideias. A magazine Ilícito é, no fundo, mais uma dessas ideias – pelo menos, uma das que conseguiu subir à superfície e respirar o doce oxigénio da vida.
Não nos move a competitividade: não pretendemos ser mais – ou maior ou melhor – do que ninguém. Move-nos antes o gosto – e a busca – pela Cultura e pela Informação. Contem, no Ilícito, com notícias, reportagens, análises e opiniões. Tudo feito por gente que gosta de escrever, fotografar e pensar a sociedade, a cultura, os media e a vida da forma mais amadora possível – na verdadeira e pura acepção da palavra.
Não pretendemos noticiar – pelo menos, se atendermos ao conceito convencional da «notícia» – mas ambicionamos a informação, indo ao mais variados recantos (físicos ou digitais) e transmitindo-a com a liberdade de poder não fazer jornalismo, ou o mesmo é dizer, fazendo opinião.
E com isto, o Ilícito está pronto, de caneta afiada, para atacar os novos desafios do «não jornalismo» (ou do «novo jornalismo»?), com os olhos postos nos novos desafios e dificuldades do presente da comunicação.
Ah, claro: a magazine Ilícito quer ser lida. E quer, para isso, chegar aos (vários) públicos – porque na Era da Internet, tem que se fazer melhor e diferente. Para o mais velho ou o mais novo. Masculino ou feminino. Para um ou outro estrato social, profissão ou orientação sexual. Uma única condição: queremos um público que, como nós, queira saber. Mais. Melhor.

This website uses IntenseDebate comments, but they are not currently loaded because either your browser doesn't support JavaScript, or they didn't load fast enough.