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A arte dá outra vida ao Metro de Estocolmo

Não há muitos anos – qualquer coisa como 10, 20 ou 30 mil, para ser mais exacto, a humanidade de então, composta por exemplares do Homo Sapiens deixava a sua marca nas paredes das cavernas onde viviam. Contavam histórias das caçadas que faziam e desenhavam representações dos animais que eram suas presas, deixando para os seus sucessores na cadeia evolucionária diversos documentos visuais espalhados um pouco por todo o mundo, das gravuras de Foz Côa à Caverna de Altamira.

Distante em termos práticos da Arte Rupestre, a produção criativa do Ser Humano actual há muito que deixou de se limitar a desenhos rudimentares em paredes de cavernas. Continuamos, é certo, a criar arte em paredes alheias, embora desta feita o resultado final envolva meios mais complexos, imagens à partida mais apelativas e que se pretende, perdurem mais facilmente na memória do público, derivado do seu teor fugaz e duração de existência dependentes de uma série de factores que lhe são alheios.

Desta feita apresentamos um exemplo perfeito de como a arte pode facilmente conviver com as actividades mais banais do dia-a-dia. O sistema de Metro de Estocolmo, na Suécia, considerada por alguns como a mais longa galeria de arte do mundo, faz por merecer esse epíteto.

Misturando arte das mais variadas inspirações, os terminais do Metro nesta cidade são verdadeiros mundos subterrâneos, locais por onde milhares de pessoas passam diariamente, e que certamente não deixam de apreciar o espaço que os envolve.

(via Web of Entertainment)

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Apreciador de música, cinema, livros. A bem dizer, apreciador de tudo um pouco. Co-criador e editor do projecto ilícito[mag]. Para mais sobre este indivíduo, visitem http://flavors.me/bmcn.

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