Arquivo para a Categoria ‘Letras’

Pergunta para um queijinho de Trivial: poeta ou poetisa?

A pergunta pode parecer disparatada, mas o facto é que o termo poetisa caiu em desuso – de tal modo que já existem em vários países grandes batalhas para reabilitar o substantivo no género feminino.

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valter hugo mãe foi – sem surpresas – o português mais vendido nas Correntes (comentário)

Mais coisa, menos coisa, era inevitável: valter hugo mãe foi mesmo o escritor português mais vendido na feira do livro das Correntes d’Escritas, revelou à Lusa o proprietário da Locus. E a coisa era inevitável porque valter hugo mãe não teve um (único) instante de sossego.

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Afinal, lançamento de «O Terceiro Reich», de Bolaño, foi só uma espécie de lançamento

É o cenário habitual para o lançamento de um livro: noite, praia, mar revolto, algum nevoeiro. As ruas desertas. Um bar na praia – com o curioso e engenhoso nome de «Bar da Praia». À hora marcada (as 24 de 25 ou as zero de 26, escolham a gosto) o [...]

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Maria Teresa Horta acusa Bertrand de lhe guilhotinar 500 livros

“Acabo de ter um livro gilhotinado pela Bertrand”. Maria Teresa Horta revelou assim que a Bertrand guilhotinou recentemente 500 exemplares de «A Paixão segundo Constança H».

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Porque escrevem os escritores? Ninguém sabe. Nem Agustina

Até pode ser inocente, mas evite. «Porque escreve?» é a pergunta mais impertinente que pode fazer a um escritor. Na pior das hipóteses, podem responder-lhe algo como: “Escrevo para desiludir com mérito, que é a maneira de se fazer lembrar com virtude”. A pergunta impertinente coube a um jornalista do [...]

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Maria Velho da Costa vence ao sprint o «Prémio Casino da Póvoa»

“Um romance poderoso”. A expressão é de Carlos Vaz Marques, membro do júri do Prémio Literário Casino da Póvoa, e refere-se a «Myra», o romance de Maria Velho da Costa que venceu este ano o galardão. O anúncio foi feito ontem durante a sessão oficial de abertura do [...]

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«A Cura de Schopenhauer» de Irvin D. Yalom

Depois do best-seller, Yalom volta para nos surpreender. Se «Quando Nietzsche chorou» foi  uma pedrada no charco dos romances de “pseudo-auto-ajuda” que ensinam realmente  qualquer coisa, o autor agarra noutro ser incompreendido, que ficou na história pelos seus aforismos e outras prendas legadas à estúpida Humanidade.
Se atentarmos bem o trabalho [...]

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“Sexo, drogas e… hip hop”. 12 encontros com as lendas, por Luke Fox

Porque a história do hip hop não se pode resumir a pequenos apontamentos em blogues, Luke Fox pôs as mãos às obra e conta-nos como foram os seus encontros com algumas das maiores figuras deste género musical.

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A vida de J. D. Salinger chegou ao fim. A sua obra talvez não.

J. D. Salinger faleceu no passado dia 27 de Janeiro, aos 91 anos. Para trás ficaram apenas quatro obras publicadas e pouco mais de duas dezenas de contos e novelas, mas o melhor pode estar para vir.

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«Autoretrato do Escritor» é um exercício falhado: por aqui, não se ganham murakamianos

Há uma palavra que subjaz a todo este livro de Haruki Murakami: obstinação. Pode questionar-se o que leva um dos maiores romancistas contemporâneos (uma estrela pop da literatura, um nome todos os anos aventado para o Nobel) a escrever um ensaio auto-biográfico sobre corrida de fundo. O resultado é um misto de crónica sobre corrida defundo e ensaio auto-biográfico. E um exercício falhado, também. Em toda a linha.

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