Arquivo para a Categoria ‘Letras’
“Como conseguir um emprego como o meu”, por Kurt Vonnegut
Considerado um dos autores que melhor transpôs a guerra para o papel, Kurt Vonnegut faleceu em 2007, deixando uma obra incontornável do realismo de guerra e do humor negro. Em 2002 o autor deu uma palestra no Albion College em Londres, deixando a sua marca.
William Faulkner e as suas palestras dos anos 50
Muitas décadas depois, as palestras dadas por William Faulkner na Universidade da Virginia vêem finalmente a luz do dia. Os fãs podem assim ouvir o que o autor de «O Som e a Fúria» disse aos alunos no final da década de 50.
Poesia nas obras: Bill Murray Edition
Bill Murray é um homem de muitos talentos. Declamar poesia não é um deles, por certo. Convidado pela Poets House, o actor visitou as suas instalações e declamou poesia para uma audiência de trabalhadores da construção civil.
Um século depois, o mundo vai poder ler tudo sobre Mark Twain
Homem de paixões, opiniões convictas e um apurado sentido de humor, Mark Twain continua, 100 anos após a sua morte, a marcar a agenda literária mundial. 2010 marca a tão antecipada publicação da sua autobiografia.
Estes livros devem ser julgados pela capa (e não só)
Habitualmente o que interessa num livro é o seu conteúdo, as palavras presentes no seu interior. Ainda assim, o facto de possuir um exterior de beleza assinalável também não é um elemento a excluir no momento da compra.
Caro Hemingway, daqui J. D. Salinger.
É natural que os fãs escrevam ao seu ídolo. Seja na música, no cinema ou na literatura, esta acção é hoje banal. Menos banal é que os ídolos se correspondam entre si. Foi exactamente isso que fez J. D. Salinger.
Pergunta para um queijinho de Trivial: poeta ou poetisa?
A pergunta pode parecer disparatada, mas o facto é que o termo poetisa caiu em desuso – de tal modo que já existem em vários países grandes batalhas para reabilitar o substantivo no género feminino.
valter hugo mãe foi – sem surpresas – o português mais vendido nas Correntes (comentário)
Mais coisa, menos coisa, era inevitável: valter hugo mãe foi mesmo o escritor português mais vendido na feira do livro das Correntes d’Escritas, revelou à Lusa o proprietário da Locus. E a coisa era inevitável porque valter hugo mãe não teve um (único) instante de sossego.
Afinal, lançamento de «O Terceiro Reich», de Bolaño, foi só uma espécie de lançamento
É o cenário habitual para o lançamento de um livro: noite, praia, mar revolto, algum nevoeiro. As ruas desertas. Um bar na praia – com o curioso e engenhoso nome de «Bar da Praia». À hora marcada (as 24 de 25 ou as zero de 26, escolham a gosto) o [...]
Maria Teresa Horta acusa Bertrand de lhe guilhotinar 500 livros
“Acabo de ter um livro gilhotinado pela Bertrand”. Maria Teresa Horta revelou assim que a Bertrand guilhotinou recentemente 500 exemplares de «A Paixão segundo Constança H».
