Artigos com Tag ‘livros’
Caro Hemingway, daqui J. D. Salinger.
É natural que os fãs escrevam ao seu ídolo. Seja na música, no cinema ou na literatura, esta acção é hoje banal. Menos banal é que os ídolos se correspondam entre si. Foi exactamente isso que fez J. D. Salinger.
«A Cura de Schopenhauer» de Irvin D. Yalom
Depois do best-seller, Yalom volta para nos surpreender. Se «Quando Nietzsche chorou» foi uma pedrada no charco dos romances de “pseudo-auto-ajuda” que ensinam realmente qualquer coisa, o autor agarra noutro ser incompreendido, que ficou na história pelos seus aforismos e outras prendas legadas à estúpida Humanidade.
Se atentarmos bem o trabalho [...]
“Sexo, drogas e… hip hop”. 12 encontros com as lendas, por Luke Fox
Porque a história do hip hop não se pode resumir a pequenos apontamentos em blogues, Luke Fox pôs as mãos às obra e conta-nos como foram os seus encontros com algumas das maiores figuras deste género musical.
A vida de J. D. Salinger chegou ao fim. A sua obra talvez não.
J. D. Salinger faleceu no passado dia 27 de Janeiro, aos 91 anos. Para trás ficaram apenas quatro obras publicadas e pouco mais de duas dezenas de contos e novelas, mas o melhor pode estar para vir.
«Autoretrato do Escritor» é um exercício falhado: por aqui, não se ganham murakamianos
Há uma palavra que subjaz a todo este livro de Haruki Murakami: obstinação. Pode questionar-se o que leva um dos maiores romancistas contemporâneos (uma estrela pop da literatura, um nome todos os anos aventado para o Nobel) a escrever um ensaio auto-biográfico sobre corrida de fundo. O resultado é um misto de crónica sobre corrida defundo e ensaio auto-biográfico. E um exercício falhado, também. Em toda a linha.
75 anos da Penguin: A democratizar a leitura desde 1935
75 anos depois, a Penguin Books tem um rasto atrás de si: clássicos e mais clássicos, em edições de bolso, com capas apelativas, e fundamentalmente, preços acessíveis. E por isso, no 75º aniversário, a principal comemoração vai ser… a edição de mais clássicos.
«Caderno Afegão», de Alexandra Lucas Coelho – Um tratado de coragem e de esperança
Primeiro, é a capa. A edição – maravilhosa. Nós até podemos ter lido no Público – e lemos – algumas crónicas e reportagens de Alexandra Lucas Coelho a partir do Afeganistão, mas fazê-lo numa edição como a do «Caderno Afegão» – parte da excelente colecção de literatura de viagens da Tinta da China, coordenada por Carlos Vaz Marques – é um suplemento mais que delicioso, mesmo para um indefectível de jornais – o que, aliás, é o caso.
JK Rowling lidera escritores no que toca à conta bancária, e não é por magia
Entre 2000 e 2009, JK Rowling vendeu qualquer coisa como 29 milhões de livros da saga Harry Potter. Financeiramente, este valor traduz-se em 226 milhões de libras.
O Pai Natal rebentou a escala: 2010 pode ser o ano dos e-books
Irónico ou não, certo é que os leitores de e-books (livros electrónicos) estão mesmo a ganhar terreno ao livro tradicional (com páginas em papel e tudo). Este Natal foi um sucesso.
Famalicão cria Prémio Literário Eduardo Prado Coelho
Depois da abertura ao público em Março de 2008 da biblioteca com o espólio bibliográfico de Prado Coelho o município cria agora um prémio literário
